sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Festa do Passe Livre

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Nota de solidariedade à greve dos bancários

O Movimento Passe Livre (MPL) de Joinville vem publicamente de forma solidária apoiar a greve dos bancários, a nível nacional, e em especial, na região da cidade de Joinville. Greve está que começou no dia 25 de setembro, em Joinville, e vem tentando fazer política de forma direta, através dos próprios trabalhadores.

Entendemos como justa as reivindicações de 10% nos salários, participação nos Lucros e Resultados (PLR), inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de uma cláusula de proteção ao emprego, fim do assédio moral e das metas abusivas, e a contratação de mais funcionários para as agências, o que agilizaria e melhoraria o atendimento ao público.

O MPL Joinville se coloca assim, ao lado dos trabalhadores bancários e contra os banqueiros, que sustentam seus lucros em cima dos trabalhadores e do resto da população. Entendemos que os bancários fazem parte desse sistema de exploração do ser humano pelo ser humano estando no papel de explorados, assim como nós quando utilizamos o sistema bancário ou o próprio sistema do transporte coletivo, pauta de luta do MPL.


Movimento Passe Livre de Joinville – 14 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Outubro nas Ruas!

Panfleto - Frente


Panfleto - Verso

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Transporte público gratuito em Hasselt, Bélgica

A cidade de Hasselt, capital da província de Limburg, na Bélgica, faz parte de um pequeno, mas crescente, número de cidades ao redor do mundo que estão oferecendo tarifa zero no transporte público.

Desde 1º de julho de 1997, as linhas municipais de Hasselt são de uso gratuito para todos e, no caso de linhas centrais, até mesmo não-habitantes da cidade usufruem da tarifa zero.

A idéia do transporte público gratuito teve início em meados de 1996, a partir da Política Integrada de Transporte, desenvolvida pelo ministro de Transporte de Flandres (região flamenga, no Norte do país) Eddy Baldewijsn, que estabelecia o transporte público como prioridade. A cidade de Hasselt foi uma das primeiras a subscrever o plano. O prefeito Steve Stevaert propôs conceder primazia ao transporte público sob o lema “a cidade garante o direito à mobilidade para todos”.

Aspectos do sistema de transporte

As linhas locais são chamadas de Linhas H e funcionam das seis da manhã até sete da noite. Há um intervalo máximo de 30 minutos de espera entre um ônibus e outro. Em algumas linhas são adicionados ônibus extras nos horários de pico – das sete às nove da manhã e das quatro às seis da tarde. As linhas circulares da região do boulevard têm intervalos de cinco minutos e as circulares do centro, intervalos de dez minutos. Quase todos os ônibus locais são adaptados para cadeirantes.

O serviço regional de transporte (Linhas Vermelhas) é gratuito para moradores de Hasselt, desde que mostrem seus cartões de identidade para o motorista do ônibus. Quem não mora em Hasselt paga a tarifa comum, exceto crianças com menos de 12 anos. As linhas regionais Azuis têm uma tarifa própria. Na combinação do uso de linhas regionais e locais, os passageiros pagam a tarifa comum pela viagem completa.

Controle tarifário e inspeção

Nas Linhas H, passageiros não precisam apresentar nenhum tipo de documento. Não há fraude possível, já que o serviço é gratuito. Ainda assim, as rotas são monitoradas para propósitos de controle de qualidade.

Resultados da tarifa zero

Após a introdução da política de tarifa zero, o uso do transporte público aumentou imediatamente e se manteve alto, sendo, hoje, dez vezes maior se comparado ao período anterior. O site oficial de Hasselt registra o crescimento da seguinte forma:

Ano

Passageiros

Porcentagem

1996

360 000

100%

1997

1 498 088

428%

1998

2 837 975

810%

1999

2 840 924

811%

2000

3 178 548

908%

2001

3 706 638

1059%

2002

3 640 270

1040%

2003

3 895 886

1113%

2004

4 259 008

1217%

2005

4 257 408

1216%

2006

4 614 844

1319%

Por garantir acesso à tarifa zero no transporte público, o site de notícias http://gva.be descreveu o cartão de identidade dos habitantes de Hasselt da seguinte forma: “vale como ouro”.

Traduzido e adaptado de http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport_in_Hasselt

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Dialogar sim, mas com quem?

Na ultima quinta-feira, dia 03 de setembro, nosso atual Secretario de Planejamento Eduardo Dalbosco, escreveu um artigo para o Jornal A Notícia , onde ele fala da “...capacidade da coalizão petista de dialogar...”.

Para nós do Movimento Passe Livre nos resta apenas se perguntar: Dialogar sim, mas com quem?

Não podemos afirmar com certeza com quem. Mas podemos afirmar sim, com quem o atual governo não quer dialogar, e é com os Movimentos Sociais e outras parcelas organizadas da população joinvillense.


Segue algumas resposta publicamos no jornal A Noticia de militantes, simpatizantes e pessoas indignadas:

Verdades e mentiras

Octávio Paz diz que “a mentira política se instalou em nossos povos quase constitucionalmente, e se o dano moral tem sido incalculável, alcançando zonas muito profundas do nosso ser, movemo-nos na mentira com naturalidade”. Ao escrever o texto “Dialogar, sim” (3/9), Eduardo Dalbosco, um influente membro da atual gestão, pretende convencer que existe um estado de diálogo instalado entre governo e sociedade.

Talvez o secretário de Planejamento acredite nisto, mas vai precisar de muito mais para que sua afirmação venha a ser uma realidade. Um dos caminhos será o exercício deste prometido diálogo, ou insistir no ilusionismo.

Sérgio Gollnick
Joinville
7 de setembro de 2009


Fonte: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2644756.xml&template=4191.dwt&edition=13075&section=882

Dialogar, sim

Realmente, o governo PT já deixou muita gente atônita, como o próprio secretário de Planejamento, Eduardo Dalbosco, afirmou em seu artigo “Dialogar, sim” (“Palavra do Leitor”, 3/9), mas não com a surpresa de uma gestão democrática, nem participativa.

Devemos lembrar aqui dois fatos que surpreenderam a população: o decreto do aumento da água e, posteriormente, o decreto para o aumento da tarifa do transporte coletivo.

Quando o secretário fala em Estado dialogando com população, esquece de que os reais interessados são excluídos dessa conversa, durante a Conferência das Cidades. O único movimento social ativo na cidade de Joinville, o do Passe Livre, foi excluído por não ter CNPJ. Essa forma de dialogar, que restringe o diálogo aos donos da cidade, não é nada mais que uma máscara para o autoritarismo dos empresários; a população se vê excluída dessa “democracia” da gestão atual.

O governo Carlito em muito se parece com a gestão anterior, quando o então prefeito Marco Tebaldi. O que diferencia a gestão atual é que ela tenta mascarar uma falsa democracia, um falso diálogo com a população.

Bruno Marques
Joinville

5 de setembro de 2009


Fonte:http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2643124.xml&template=4191.dwt&edition=13060&section=940

Dialogar, sim

O texto “Dialogar, sim” (3/9), do secretário de Planejamento, Eduardo Dalbosco, é ingênuo ou mal-intencionado. Ingênuo se ele acredita que os espaços que são abertos para discussão na cidade têm mesmo potencial democrático, como ele afirma.

Quando as vozes se levantaram contra o aumento da tarifa de ônibus, quem foi ouvido? Quem são os representantes do Conselho da Cidade? A maioria dos representantes populares foi impedida de participar por questões burocráticas.

Uma gestão participativa e democrática está muito longe de abrir canais para diálogo com a população. Está apenas onde a população vive em diálogo e toma as decisões referentes ao seu cotidiano.

Douglas Neander
Joinville
4 de setembro de 2009

Dialogar, sim

Eduardo Dalbosco, secretário de Planejamento de Joinville, escreveu em seu artigo que muita gente está “surpresa – talvez até atônita” com a “cultura participativa” instaurada pela gestão petista na Prefeitura.

Na cidade em que vivo, o prefeito aprovou o aumento na tarifa do transporte coletivo sem realizar o fórum para discutir o transporte. A Conferência da Cidade foi um completo equívoco, um jogo de cartas marcadas a favor da ordem política de exclusão das vozes dissidentes da cidade, ou seja, não sabendo viver com a diferença política. O artigo me deixou preocupado, pois acho que estamos vivendo em duas cidades diferentes..

Maikon Jean Duarte
Joinville
4 de setembro de 2009


Fonte:http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2642233.xml&template=4191.dwt&edition=13055&section=882



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Carta aberta do Movimento Passe Livre Joinville

Carta aberta do Movimento Passe Livre Joinville


O Movimento Passe Livre Joinville vem a público comunicar que no dia 7 de setembro realizará o enterro do que está morto faz tempo: o transporte público de Joinville.

Morto, embora nem bem tenha existido, afinal, para nós, o que chama-se público jamais deveria servir de fonte inesgotável e incontrolável de lucro para um pequeno número de indivíduos que explora o transporte. O que temos é um sistema capenga que inverte a lógica, somos nós, usuários e usuárias, que financiamos, não só o custo mínimo para gerir o sistema de transporte, mas também, o lucro dos empresários da (s) empresa (s) Gidion/Trantusa.

O público deve atender as necessidades e direitos da população, o que é público deve estar acessível a todos e todas, se para acessar esse direito público temos que pagar 2,30 por uma tarifa, um critério puramente capital, está mais do que provadoo que nosso sistema de transporte não atende aos requisitos a que se propõe, é desigual e antidemocrático, ou seja, não existe!

O MPL já sofreu alguns golpes da atual gestão, como a aumento abusivo da tarifa de ônibus – que foi concedido sem cumprir as promessas que a prefeitura fez a Frente de Luta pelo Transporte Público, de que não haveria aumento sem antes realizar uma auditoria no transporte –, a Prefeitura também implantou um conselho municipal que diz ser a voz da sociedade civil, mas que simplesmente exclui movimentos sociais, entre eles o MPL, por não possuir CNPJ.

Enfim, não teríamos motivos para considerar o governo petista "menos pior" que a gestão tucana, afinal ambos legitimaram a exploração do transporte concedendo aumento na tarifa a pedido das empresas, apesar de tudo, vamos levar em consideração a nova promessa - que esperamos ser cumprida desta vez -, a da realização de um fórum sobre transporte em Joinville, onde o MPL - que luta há cinco anos na cidade por um transporte verdadeiramente público - terá seu espaço para defender uma concepção de transporte livre da iniciativa privada, gratuito e democrático, que possibilite de forma ampla o direito de ir e vir, e promova acesso aos espaços de educação, cultura e lazer, sem diferenciar e limitar esse acesso pela condição financeira . Esse fórum discutirá o modelo para substituir o atual sistema de exploração do transporte público de Joinville - esperamos.

No dia 7 de setembro, o MPL participará do grito dos excluídos, representado todos aqueles que são segregados pelo transporte, enterraremos simbolicamente o que combatemos todos os dias através da luta por um transporte público.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CALHEV promove evento

O MPL vai participar da semana de História e do evento organizado pelo CALHEV, confira a programação e participe:

O “Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi” durante a Semana de História – 31 de agosto ao dia 04 de setembro – elaborou um evento paralelo, onde os temas e os/as convidados/as estão diretamente ligados/as aos interesses da entidade estudantil.

"Grupos Sociais Urbanos... Lutas, transformações e Representações”

PROGRAMAÇÃO

31 de agosto
Exibição de Curtas
17:30 horas

01 de setembro
“O movimento Feminista e a luta pela igualdade de Gênero”
Exibição do Documentário “Quem são Elas? – Débora Diniz”
GEPAF- Grupo de Estudos e Políticas e Práticas Feminista
17:30 horas

02 de setembro
O movimento Passe -Livre e o Transporte Coletivo em Joinville
Exibição do Curta “A Revolta da Catraca – MPL Florianópolis”
17:30 horas


03 de setembro
Retóricas do Abandono: Apropriações do Patrimônio
Cultural na cidade contemporânea
Prof. MSc. Fernando Cesar Sossai
Prof. MSc. Diego Finder Machado
17:30 horas

04 de setembro
“As ocupações urbanas em Joinville: um olhar para a comunidade do Juquiá”
Exibição do Curta “Ocupação do Juquiá: uma História de Luta””
17:30 horas


Exposição Itinerante
Movimentos Sociais e Representações Estudantis: História e Luta.


Encerramento
Festa da “DiverCidade”

mais em: www.calhev.blogspot.com

O Local será no Anfiteatro do lado da Biblioteca.
Campus da Univille do Bom Retiro.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Nota sobre o Conselho “da Cidade”

A conferência extraordinária convocada para hoje (6) pela Prefeitura Municipal tem como objetivo eleger o Conselho da Cidade, nas palavras do atual prefeito Carlito Mers* o conselho eleito “terá a missão de contribuir, de forma participativa e democrática, para construção de uma cidade socialmente justa e territorialmente inclusiva, diminuindo progressivamente as desigualdades ainda existentes de nossas cidades.” Seria louvável se não fosse apenas falácia.

Há varias formas de dominar, de limitar a participação popular e de esconder o caráter antidemocrático de um regime burguês, os menos espertos tratam logo de aplicar medidas autoritárias para coagir e onerar a população, não menos pior é a prática de governos que buscam cooptar setores da sociedade civil para legitimar uma prática política que – até pode se diferenciar na sua forma, mais branda –, mas não muda em nada a sua natureza, a de antipovo, antidemocrática, e de não mudança na cidade que continua a atender aos interesses de uma minoria.

O que vemos em Joinville, com a forma que vem se configurando a conferência e o conselho da cidade, é o exemplo da forma “esperta” de governar, não é preciso esperar dar errado para constatarmos que esse conselho já nasce com sérios problemas, seja pela maneira que foi convocado e divulgado – razão pela qual já está sofrendo uma ação no Ministério Público –, e mais ainda, pelos critérios adotados para participação como delegado. Reivindica ser um meio de inclusão democrática, mas não passa de mais um braço burocrático da prefeitura, agora, para legitimar de forma cautelosa suas futuras ações.

Um dos critérios para participar da conferência e ter um representante da sociedade civil no conselho é participar de uma entidade com CNPJ regular, por si só, esse critério exclui grande parte da população que sofre com as desigualdades da cidade: setores informais, comunidades de bairro inteiras que não tem associação de moradores e, principalmente, movimentos sociais. O Movimento Passe Livre, que discute e luta por um transporte público de verdade há cinco anos em Joinville, é o exemplo que mais sofre com esse funil antidemocrático adotado pela prefeitura.

Por ser Movimento Social, e não uma ONG ou qualquer outro tipo de entidade, não temos CNPJ, o conselho que tem uma câmara para discutir Mobilidade Urbana, dessa maneira, exclui o único movimento social da cidade e quem mais tem acúmulo para discutir transporte e mobilidade urbana em Joinville.

Vale lembrar que esse não é o primeiro golpe que o MPL sofre pela atual gestão, no início desse ano já fomos atendidos pela prefeitura, onde foi prometido que não haveria aumento da tarifa de ônibus, em outra oportunidade, em meio às ocupações da Câmara de Vereadores e da Prefeitura, foi prometido ao movimento um canal de diálogo nos garantido o protagonismo na discussão e elaboração de um novo modelo de transporte, que atenda aos interesses da população, de caráter democrático e acessível, e não uma fonte de riqueza para duas famílias da cidade.

O atual governo certamente é mais esperto, é diferente da gestão Tebaldi, mas apenas faz por meios diferentes para atender aos mesmos interesses de sempre – da minoria que domina a cidade, o transporte é o maior exemplo disso. Quremos não só voz, mas ação e espaço, para toda a população que não está inclusa na lista de entidades com CNPJ ativo, ou essa conferência muda os critérios para escolha de delegados, e apesar das limitações busque dar espaço a população e suas organizações, ou pelo menos tenha vergonha na cara e largue mão de reivindicar-se como democrática e assuma seu caráter elitista perpetuador das desigualdades da cidade.

Movimento Passe Livre Joinville

06 de Agosto de 2009

__________

* Artigo publicado no Jornal Notícias do Dia – 03/08/2009 (segunda-feira)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Moção de apoio ao MPL do Centro Acadêmico Livre de Historia Eunaldo Verdi

CALHEV – Centro Acadêmico Livre de Historia Eunaldo Verdi, vem a publico manifestar-se a favor das ocupações realizadas na Câmara de Vereadores e na Frente da Prefeitura nos dias 16 e 17 de junho de 2009, pelo Movimento Passe Livre (MPL), onde lá estavam estudantes e trabalhadores a reivindicar a revogação da tarifa de transporte coletivo, cujo aumento foi de 12,2%. Desde então o MPL junto a outras pessoas e entidades foi às ruas protestar, reivindicar, chamar a atenção da comunidade joivillense para o descaso com o atual “transporte publico”.


Contra as empresas Gidion e Transtusa que possuem o monopólio do mesmo e nada até o momento foi feito pelas autoridades para desfazer essa situação. Do Prefeito Carlito Merss que havia assumido um compromisso público com a Frente de Luta pelo Transporte Público, onde antes de conceder esse aumento abusivo iria ser realizada uma audiência pública para explicar a planilha de custos das empresas, que nunca até então foi feita. Os vereadores ditos representantes do povo, infelizmente no dia 16 de junho se mostraram favoráveis a elite do transporte, votando contra a revogação do aumento e arquivando o processo, sem argumentos plausíveis e objetivos, demonstraram assim a incompetência que existe neste setor público.

Em um ato de protesto contra essa ação dos vereadores, que se acumulou a todo o resto, os estudantes manifestaram-se interrompendo a seção que já estava a terminar e foram recebidos com violência por assessores da câmara dos vereadores. Após represálias, os estudantes e trabalhadores ocuparam até as 00h40min a Câmara de vereadores escoltados pela polícia, que pôde atestar a pacificidade das manifestações; neste horário a “Justiça” se fez presente e “trabalhou” rápido emitindo um Mandato de Reapropriação de Posse: ou seja, pessoas foram impossibilitadas de permanecer em um local público, mesmo sem oferecer risco nenhum a ela. Quando era para essa mesma “Justiça” intervir no aumento, nada foi feito. A solução encontrada foi acampar em frente à prefeitura, atividade realizada por cerca de vinte pessoas.

Com o intuito que o prefeito recebe o MPL, se permaneceu ali até meio-dia do dia seguinte, quando foram recebidos pelo Presidente do IPPUJ, e foram firmados ganhos plausíveis e possíveis para a comunidade joinvillense nessa reunião. Na luta por uma vida sem catracas, será realizado um fórum aberto a toda a população para se discutir um planejamento do transporte público; a não criminalização do movimento, haja vista que é um movimento de luta pacifico, que busca defender os interesses das maiorias que utilizam o transporte coletivo diariamente; e se abriu um diálogo pela efetivação de um transporte público de verdade.

O CALHEV apóia as manifestações e ocupações que ocorreram e manifesta-se contrário as reportagens que circularam na mídia, chamando os manifestantes de baderneiros, e denegrindo a imagem de luta do MPL. Joinville, 07 de julho de 2009.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Participe do MPL