Mostrando postagens com marcador bloco de luta pelo transporte publico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bloco de luta pelo transporte publico. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Nota: PROTESTO NÃO É CRIME!
É direito de toda cidadã e cidadão manifestar-se e lutar pelos seus direitos. Mas não é isso o que os poderosos pensam. Em todo o país vemos uma série de criminalizações as lutas sociais. Em São Paulo, trabalhadorxs foram demitidxs por fazer greve e lutar por seus direitos. Em Cachoeirinha/POA, grevista tem sua residência invadida de forma intimidatória. Em Joinville não é diferente, há anos as pessoas que vão às ruas defender seus direitos são duramente reprimidas, tanto pela polícia, quanto pelas elites locais.
Várixs companheirxs foram reprimidxs durante as últimas lutas pelo transporte entre 2013 e 2014, três foram presos injustamente, agredidos e ameaçados de morte, e hoje respondem uma série de processos que movem a acusação o Estado, e também as empresas que exploram o transporte, de mãos dadas com CDL, ACIJ, e com o atual prefeito.
Estamos num período de violações dos direitos da mulher e do homem, de criminalização daquelxs que lutam. O contexto de Copa do Mundo é ainda mais intimidador. É necessário termos conta de que não estamos sós. Nesse momento devemos carregar a solidariedade de classe conosco, levando juntos nossas reivindicações!
Nos próximos meses irão ocorrer diversas audiências dos processos em questão, é nosso dever lutar, debater, mobilizar e se solidarizar com os companheirxs.
RODEAR DE SOLIDARIEDADE XS QUE LUTAM!
PROTESTO NÃO É CRIME!
por Movimento Passe Livre às 17:39 0 comentários
Categorias 2014, ação, apoio, apoio à manifestação, bloco de luta pelo transporte publico, lutar não é crime
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Nota do Coletivo Anarquista Bandeira Negra (CABN) em Apoio ao MPL-Jlle
Nota de Apoio ao Movimento Passe Livre Joinville
Novamente, o monopólio da violência que o Estado detém, e sua forte repressão aos movimentos sociais, dá as caras, como vimos com a brutal atuação policial nas jornadas de lutas em 2013, quando centenas de pessoas eram detidas, inclusive condenadas a cumprir penas absurdas.
Em uma manifestação democrática, de direito, em espaço de reunião do Conselho da Cidade, que só abriga essa mesma elite econômica, o fato de suposta quebra da dobradiça de uma porta se torna motivo para criminalizar o movimento social. No episódio, um termo circunstanciado foi assinado, por um apoio do MPL e militante do CABN, por uma escolha aleatória, como bem entendeu o aparato policial presente.
Álvaro Cauduro de Oliveira, conselheiro da cidade e assessor jurídico da Câmara dos Dirigentes Lojistas, é quem dirige o processo contra o Manifestante, com acusação de quebrar uma porta na tentativa do movimento social de entrar e participar da reunião PÚBLICA do Conselho da Cidade.
O ano de 2014 já inicia com uma audiência preliminar, marcada para o dia 28 de Janeiro, sobre o caso anterior. Ele indica na prática que será um ano de endurecimento para os movimentos sociais. Após a primeira manifestação do MPL do ano, contra o aumento da tarifa e a renovação sem licitação dos contratos das empresas, já notamos para quem a Polícia Militar serve. Durante a manifestação, os policiais militares ameaçaram os manifestantes, dizendo que “depois os pegariam”. Após a manifestação, “gerais” foram feitas em pessoas simplesmente por andarem pelo centro. Fora o policiamento ostensivo no centro e nos bairros da cidade.
Na terceira manifestação, vimos uma força policial ainda mais desproporcional, com a cavalaria posicionada para atuar e o helicóptero da PM dando rasantes durante a manifestação, numa clara tentativa de intimidação da luta. Após a manifestação, um ônibus foi parado por 6 ou 8 viaturas da PM. Ali intimidaram algumas manifestantes que estavam dentro do ônibus com uma bicicleta e, mesmo sem a presença de policiais militares femininas, estavam prontos para intervir e retirá-las. O saldo final do episódio foi mais três militantes de apoio do MPL presos, dois do CABN e um da Frente de Luta pelo Transporte Público.
O que vemos é uma crescente criminalização dos movimentos sociais, cenário que será endurecido ainda mais com a Copa, não só nas cidades-sede, mas em todo país. O Coletivo Anarquista Bandeira Negra é contra a criminalização dos movimentos sociais e políticos.
Por isso, convidados a todxs, para participar da manifestação na frente do Fórum, no dia 28 de Janeiro (terça), às 13h, na audiência preliminar do compa processado.
Também convidamos para participar da manifestação contra o aumento da passagem e a criminalização do movimentos sociais, dia 29 de janeiro (quarta), às 18h, na Praça da Bandeira.
Toda força axs que lutam!
Protesto não é crime!
A elite não passará!
Protesto não é crime!
A elite não passará!
Coletivo Anarquista Bandeira Negra
Santa Catarina, 27 de janeiro de 2014.
Nota originalmente publicada em:
http://www.cabn.libertar.org/?p=1246
http://www.cabn.libertar.org/?p=1246
por Movimento Passe Livre às 21:20 0 comentários
Categorias 2014, apoio, ato, aumento da tarifa, bloco de luta pelo transporte publico, criminalização, criminalizar, Frente de Luta pelo Transporte Público de Joinville, lutar não é crime, mpl joinville, notas
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Nota em solidariedade ao Bloco de Luta pelo Transporte Público (POA/RS)
"[...] acompanhamos a grande operação da Polícia Política do governo Tarso/PT que encaminhou o processo dos 05 companheiros presos ilegalmente no último ato do Bloco de Lutas e invadiu residências de militantes do PSOL e PSTU, o Moinho Negro/Centro de Cultura Libertária da Azenha, o alojamento do MST, a sede da Via Campesina, o assentamento urbano Utopia e Luta e nosso espaço público [da FAG], o Ateneu Libertário Batalha da Várzea."FAG - 02/10/2013
Nós, do Movimento Passe Livre de Joinville, nos solidarizamos com os companheirxs do Bloco de Luta pelo Transporte Público, de Porto Alegre/RS, que ao longo da luta enfrentam clara tentativa de criminalização. O povo organizado, a militância de esquerda, sofrem repressão e não podemos nos calar mediante a violência arbitrária do estado e do seu aparato policial.
Xs compas, que bravamente enfrentam as perseguições, diversas vezes, em diferentes governos e atualmente no governo Tarso/PT, agora têm suas residências invadidas, cujo responsável pela "investigação" é o delegado Paulo César Jardim, que tem ligações com líderes neonazistas na cidade.
Mediante a lamentável situação resta solidariedade, organização e luta para vencer!
NÃO TA MORTO QUEM PELEIA!
POR UMA VIDA SEM CATRACAS!
por Movimento Passe Livre às 17:27 0 comentários
Categorias bloco de luta, bloco de luta pelo transporte publico, neonazismo, nota, Porto Alegre, repressão policial, solidariedade, violência policial
Assinar:
Postagens (Atom)


